CPA Anbima Módulo 1: Resumo do SFN e Simulado Grátis

O Módulo 1 da CPA vale 20% da prova e é o módulo do "quem faz o quê": quem cria a regra, quem fiscaliza e quem opera. Este guia traz o SFN inteiro em tabelas de consulta rápida, a cobertura do FGC produto por produto, política monetária, matemática financeira e um simulado de 12 questões comentadas que corrige na hora.

CPA Anbima Módulo 1: Sistema Financeiro Nacional
CPA Anbima Módulo 1: Sistema Financeiro Nacional

O Módulo 1 da CPA da Anbima vale 20% da prova, cerca de 10 questões das 50. É o módulo que abre o Programa Detalhado e o que mais tem "quem faz o quê": quem cria a regra, quem fiscaliza, quem opera. A banca adora trocar esses papéis de lugar, e é aí que a maioria dos candidatos perde ponto barato.

Este guia cobre o módulo inteiro — SFN, política econômica, matemática financeira e regulação — com as tabelas de consulta rápida e um simulado de 12 questões comentadas no fim, que corrige na hora.

Como é a prova da CPA em 2026

Item Detalhe
Questões 50, múltipla escolha, formato 100% digital
Duração 2h30
Aprovação 35 acertos (70%)
Formato Múltipla escolha contextualizada, cases e árvore de diálogo
Recursos Calculadora e planilha são oferecidas no sistema; não pode levar a sua
Inscrição R$ 225, com 180 dias para agendar
Módulo Peso Questões
1. Estrutura e dinâmica do SFN 20% cerca de 10
2. Produtos do mercado financeiro 40% cerca de 20
3. Relacionamento com o cliente 30% cerca de 15
4. Inovação e desenvolvimento de mercado 10% cerca de 5

Uma observação de estratégia antes de começar: os módulos 2 e 3 somados valem 35 questões, exatamente a nota de corte. Se você está montando um cronograma do zero, comece pelo módulo 2, depois o 3, depois este e por último o 4. Mas o módulo 1 é o mais fácil de garantir, porque quase tudo aqui é conceito puro.

1.1 Quem é quem no Sistema Financeiro Nacional

O SFN funciona em três andares. Em cima, quem cria a regra (órgãos normativos). No meio, quem fiscaliza e faz cumprir (supervisores). Embaixo, quem opera com o dinheiro do público. Cada andar tem um trio, e cada trio cuida de um pedaço do mercado.

Setor Normativo (cria a regra) Supervisor (fiscaliza) Operadores
Moeda, crédito e capitais CMN Bacen e CVM Bancos, cooperativas, corretoras, fundos, B3
Seguros e capitalização CNSP Susep Seguradoras, resseguradoras, EAPC, capitalização
Previdência fechada CNPC Previc EFPC (fundos de pensão)

CMN: é o órgão máximo. Não executa nada, só define diretrizes: meta de inflação, regras de crédito, limites de capital. É formado pelo Ministro da Fazenda (que preside), pelo Ministro do Planejamento e pelo Presidente do Bacen.

Bacen: executa a política monetária, emite moeda, controla a Selic pelo Copom, autoriza e fiscaliza instituições financeiras, administra as reservas internacionais e o compulsório.

CVM: autarquia ligada à Fazenda que regula e fiscaliza o mercado de valores mobiliários — ações, debêntures, fundos, FIIs, CRI, CRA, ofertas públicas e a própria B3. Pune insider trading e manipulação.

Susep: fiscaliza seguros, resseguros, capitalização e previdência aberta (PGBL e VGBL).

Previc: fiscaliza os fundos de pensão fechados, aqueles de empresa ou categoria profissional.

Regra de ouro: PGBL e VGBL são vendidos por seguradoras e ficam com a Susep, não com a CVM. Fundo de pensão de empresa é Previc. Fundo de investimento é CVM.

Os operadores que mais caem na prova

Instituição O que a prova cobra
Banco múltiplo Opera com pelo menos duas carteiras, sendo uma delas comercial ou de investimento. Só a carteira comercial capta depósito à vista
Banco comercial Capta depósito à vista e cria moeda escritural pelo efeito multiplicador do crédito
Banco de investimento Não capta depósito à vista. Faz operações de médio e longo prazo, underwriting (IPO), fusões e aquisições
Cooperativa de crédito Sociedade de pessoas. O cliente é dono, com voto igual para todos. Resultado volta como sobras. Emite RDC e é protegida pelo FGCCoop
Banco cooperativo Banco S.A. controlado pelas próprias cooperativas, para dar a elas acesso à compensação, câmbio e mercado financeiro
Corretora (CTVM) e distribuidora (DTVM) Intermediam a compra e venda de valores mobiliários e dão acesso à B3. Hoje têm praticamente as mesmas funções
Instituição de pagamento Faz conta de pagamento, cartão e Pix, mas não empresta nem capta depósito. O saldo fica segregado no Bacen e não tem FGC
B3 S.A. Bolsa e balcão organizado. Negocia, registra, liquida e custodia. Atua como contraparte central e depositária central
SCFI (financeira) Financia bens e serviços ao consumidor. Emite LC. Não capta depósito à vista
Companhia hipotecária Financiamento imobiliário e administração de créditos hipotecários. Não capta depósito à vista nem usa recursos da poupança
Agência de fomento Ligada a governo estadual, financia projetos na sua região. Uma por estado, sem captação junto ao público
SCI Sociedade de Crédito Imobiliário. Atua no SFH e capta por LCI, LH e poupança
SCMEPP Sociedade de crédito à pessoa microempreendedora e à empresa de pequeno porte. Microcrédito produtivo
Corretora de seguros Intermedia a venda de seguros. É fiscalizada pela Susep, não pelo Bacen
Administradora de consórcio Autorizada e fiscalizada pelo Bacen. Reúne o grupo, administra o fundo comum, faz sorteios e lances

Autorreguladores e fundos garantidores

Anbima: entidade privada que representa o setor. Faz autorregulação por códigos que valem para associados e aderentes, aplica as certificações (CPA, C-Pro R, C-Pro I, CFG, CGA, CGE) e calcula os índices IMA e IDkA. A punição máxima é o desligamento — a Anbima não multa quem não é associado.

Apimec (analistas), Planejar (planejadores, certificação CFP) e Ancord (agentes autônomos) completam o time da autorregulação. A BSM é o braço de supervisão de mercado da B3.

FGC: associação civil privada mantida pelos próprios bancos. Garante até R$ 250 mil por CPF e por conglomerado financeiro, com teto global de R$ 1 milhão renovável a cada 4 anos. O FGCCoop tem a mesma lógica e o mesmo limite, para o cooperativismo de crédito.

TEM cobertura do FGC NÃO tem cobertura do FGC
Depósito à vista e conta corrente CRI e CRA (emitidos por securitizadora)
Poupança Debêntures
CDB e RDB Ações e FIIs
LCI, LCA e LCD Fundos de investimento
LC e LH Títulos públicos (Tesouro Direto)
Operações compromissadas com título próprio LIG
Previdência (PGBL e VGBL)
Saldo em conta de instituição de pagamento

O que define a cobertura é o emissor ser instituição financeira associada ao fundo, e não o tipo de lastro. Por isso LCI tem FGC e CRI não tem, mesmo os dois sendo imobiliários.

1.2 Política econômica

As subdivisões do mercado

Subdivisão O que se negocia Prazo
Mercado monetário Liquidez de curtíssimo prazo, onde o Bacen executa a política monetária Um dia a poucos meses
Mercado de crédito Empréstimos e financiamentos, com o banco assumindo o risco (intermediação) Curto e médio
Mercado de capitais Ações, debêntures e valores mobiliários. O recurso vai direto do poupador à empresa (desintermediação) Médio e longo
Mercado cambial Compra e venda de moeda estrangeira À vista e futuro

Política monetária: os quatro instrumentos

Instrumento Como funciona Efeito quando é usado para apertar
Taxa Selic (Copom) Meta de juros básica, definida a cada 45 dias Selic sobe: crédito encarece, consumo e inflação caem
Depósito compulsório Percentual dos depósitos recolhido ao Bacen Compulsório sobe: sobra menos dinheiro para emprestar
Open market Compra e venda de títulos públicos pelo Bacen Bacen vende títulos: enxuga liquidez
Redesconto Empréstimo de última instância do Bacen aos bancos Redesconto encarece: bancos ficam mais cautelosos

Expansionista: juros para baixo, compulsório para baixo, Bacen compra títulos.
Contracionista: juros para cima, compulsório para cima, Bacen vende títulos.

No regime de metas para a inflação, o CMN define a meta (hoje 3%, com banda de 1,5 ponto para mais ou para menos) e o Bacen é o responsável por cumpri-la. Se estourar, o presidente do BC escreve carta aberta explicando causas e medidas. A política monetária leva de 6 a 18 meses para fazer efeito pleno, e chega à economia por cinco canais: crédito, expectativas, preços dos ativos, câmbio e renda.

Selic meta x Selic over x CDI. A Selic meta é o alvo definido pelo Copom. A Selic over é a taxa efetivamente praticada nas operações diárias com títulos públicos entre bancos, e fica um pouquinho abaixo da meta. O CDI é a taxa dos empréstimos entre bancos sem lastro em título público, e anda quase colada na Selic over.

Política fiscal é o governo mexendo em gastos, impostos e dívida — não é o Bacen. Política cambial traz swap cambial (tradicional para conter a alta do dólar, reverso para segurar a queda), cupom cambial, PTAX e a diferença entre câmbio comercial e turismo.

Indicadores que caem

Indicador O que é
PIB Soma dos bens e serviços finais produzidos no país. Medido pelo IBGE
IPCA Índice oficial de inflação (IBGE) e a meta perseguida pelo Copom. Base: famílias de 1 a 40 salários mínimos
IGP-M Calculado pela FGV, influenciado pelo atacado e pelo câmbio. Referência de aluguel
IPA e IPC-Fipe IPA mede o atacado (compõe o IGP-M); IPC-Fipe mede o varejo na cidade de São Paulo
Taxa de desemprego IBGE (Pnad). Desemprego muito baixo pressiona salários e inflação
TR Compõe o rendimento da poupança e do FGTS. Costuma ficar próxima de zero
TLP Taxa de Longo Prazo, usada nos financiamentos do BNDES. Substituiu a TJLP

E os três riscos que abrem o assunto: risco de crédito (a contraparte não paga), risco de mercado (o preço oscila, medido pelo VaR) e risco de liquidez (não conseguir vender pelo preço justo na hora que precisa).

1.3 Matemática financeira sem decoreba

Conceito O que a prova cobra
Juros simples x compostos Simples incide sempre sobre o capital inicial; compostos, sobre o montante acumulado. No mercado, quase tudo é composto
Taxa nominal x real (Fisher) (1 + real) = (1 + nominal) ÷ (1 + inflação). Nunca é a subtração simples, embora ela seja boa aproximação
Prefixado x pós-fixado Prefixado: você já sabe quanto vai receber, e ganha se os juros caírem. Pós-fixado: acompanha um indexador
Equivalente x proporcional Equivalente é para juros compostos; proporcional, para simples. 12% a.a. proporcional = 1% a.m.; equivalente = 0,9489% a.m.
VPL e TIR VPL positivo, o projeto cria valor. TIR é a taxa que zera o VPL; compare com o custo de oportunidade
Payback Tempo para recuperar o investimento. O simples ignora o valor do dinheiro no tempo; o descontado considera
Duration Prazo médio ponderado dos fluxos. Quanto maior, maior a sensibilidade do preço à variação dos juros
Taxa de desconto Quanto maior a taxa, menor o valor presente
Taxa bruta x líquida Comparar CDB com LCI só faz sentido na taxa líquida, porque a LCI é isenta
Desconto comercial x racional Comercial é sobre o valor de face (usado na antecipação de recebíveis) e sai mais caro; racional é sobre o valor presente
SAC x Price SAC: amortização constante, parcelas decrescentes. Price: parcelas iguais. No total, o SAC paga menos juros

A conta da poupança, que sempre cai

Situação da Selic Rendimento da poupança
Acima de 8,5% ao ano 0,5% ao mês + TR
Igual ou abaixo de 8,5% ao ano 70% da Selic + TR

A poupança tem aniversário mensal: resgatou antes da data, perdeu o rendimento do mês inteiro, sem proporcional. É isenta de IR para pessoa física e tem FGC.

1.4 Regulação e infraestrutura de mercado

Estrutura Função
SPB Sistema de Pagamentos Brasileiro: regras e sistemas que permitem transferir recursos com segurança
SPI Sistema de Pagamentos Instantâneos, a infraestrutura que faz o Pix rodar 24 horas por dia
Selic (o sistema) Registra, liquida e custodia títulos públicos federais. Administrado pelo Bacen. A taxa nasceu daqui, mas sistema e taxa são coisas diferentes
B3 (câmara) Registra, liquida e custodia títulos privados e valores mobiliários: CDB, LCI, LCA, debêntures, ações, derivativos
Contraparte central (CCP) Entra no meio da operação e garante a liquidação para os dois lados
Depositário central Guarda os ativos e controla a titularidade
Clearing house Câmara de compensação e liquidação. É o que evita o efeito dominó (risco sistêmico)
Comef Comitê de Estabilidade Financeira do Bacen
Entidade registradora Registra operações que não passam por depositária central, como recebíveis de cartão
Portabilidade de custódia Transferir ativos de uma instituição a outra sem vender a posição, mantendo preço de aquisição e prazo para fins de IR
LLI e LLT Linhas de liquidez do Bacen para socorrer bancos com problema temporário de caixa
Índice de Basileia Relação entre capital próprio e ativos ponderados pelo risco. Quanto maior, mais sólido o banco

Classificação de investidores (Resolução CVM 30)

Tipo Requisito Por que importa
Profissional Mais de R$ 10 milhões em aplicações, com termo assinado. Também instituições financeiras, seguradoras e fundos Acessa qualquer produto, inclusive fundos restritos
Qualificado Mais de R$ 1 milhão em aplicações, com termo. Também quem tem certificação reconhecida pela CVM (CGA, CFP, CNPI) Acessa produtos com maior risco e concentração
Varejo Todos os demais Maior nível de proteção e limites de concentração

Todo investidor profissional é automaticamente qualificado.

Código Anbima de Distribuição de Produtos de Investimento

  • KYC (conheça sua clientela): cadastro completo, atualizado e com análise da capacidade financeira.
  • Suitability: adequar o produto ao perfil, ao objetivo e ao horizonte. É monitoramento contínuo, não um formulário de uma vez só.
  • Publicidade: material claro, verdadeiro e com os avisos obrigatórios. Conteúdo técnico correto não substitui o aviso.
  • Intermediação no exterior: informar riscos, custos e que o produto estrangeiro não tem garantias locais como o FGC.
  • Transferência de produtos e apuração de valores de referência: regras para mover posição sem prejuízo e para calcular parâmetros de mercado.
  • Distribuição para o private: regras próprias de suitability, transparência e reporte.
  • Transparência na remuneração: o cliente precisa saber como o canal de distribuição é remunerado.
  • Lei de Liberdade Econômica (13.874/19): livre iniciativa, presunção de boa-fé do particular e intervenção estatal subsidiária.

Como estudar este módulo em uma semana

O módulo 1 é o de melhor custo-benefício por hora estudada, porque quase tudo é reconhecimento. Três passos:

  1. Fixe os três andares. Se a questão fala em criar regra ou diretriz, é órgão normativo. Se fala em fiscalizar, autorizar ou punir, é supervisor. Essa única distinção resolve várias questões.
  2. Decore a tabela do FGC pelo emissor, não pelo lastro. Securitizadora não é banco, então CRI e CRA não têm FGC.
  3. Treine a conta da poupança. É a única conta do módulo que cai com número, e a pegadinha é sempre a Selic em torno de 8,5%.

Simulados no celular para treinar todo dia

Ler resumo é só metade do estudo. A outra metade é responder questão, errar e entender por que errou — e isso funciona melhor em blocos curtos, todo dia, do que em maratonas de fim de semana.

Foi para isso que fiz o Aprova CPA: Simulados: questões comentadas alternativa por alternativa, simulados no formato da prova e acompanhamento por matéria, mostrando em qual módulo você mais erra. Funciona offline e não pede cadastro.

Telas do app Aprova CPA: Simulados

Disponível no Google Play Baixar na App Store

Simulado do Módulo 1: 12 questões comentadas

Questões no estilo da prova, divididas pelos quatro blocos do módulo. Marque suas respostas e veja no fim quantas acertou e onde precisa voltar.

Simulado CPA — Módulo 1: Estrutura e dinâmica do SFN

Marque uma alternativa em cada questão e clique em ver meu resultado. A correção é na hora, aqui mesmo, e nada é enviado. A aprovação exige 9 de 12 acertos.

0 de 12 respondidas

1.1 Quem é quem no SFN

1 Um cliente pergunta a quem recorrer se a corretora onde ele mantém ações for liquidada, e se o Fundo Garantidor de Créditos cobriria essa carteira. A resposta correta do profissional CPA é que:

2 Uma cliente quer contratar um plano VGBL e pergunta qual órgão fiscaliza esse produto. A resposta correta é:

3 Sobre as instituições operadoras do SFN, assinale a alternativa correta:

4 Um cliente mantém R$ 40 mil parados na conta de uma instituição de pagamento e pergunta se esse saldo tem a mesma proteção de uma conta corrente de banco. A informação correta é que o saldo:

1.2 Política econômica

5 Diante de forte aceleração da inflação, o Banco Central pretende adotar medidas contracionistas sem provocar recessão. A combinação coerente com esse objetivo é:

6 Sobre as taxas de juros de referência do mercado brasileiro, é correto afirmar que:

7 Um cliente pergunta qual índice o Banco Central persegue quando decide a taxa de juros. A resposta correta é:

1.3 Matemática financeira

8 Um cliente aplicou R$ 100.000 na poupança em um período em que a Selic estava em 7% ao ano (0,5833% ao mês) e a TR ficou em 0,1% ao mês. O saldo após um mês é aproximadamente:

9 Uma aplicação rendeu 12% no ano em que a inflação foi de 5%. A taxa real de retorno é:

10 Ao comparar dois financiamentos imobiliários de mesmo valor e prazo, um pelo SAC e outro pela Tabela Price, é correto afirmar que:

1.4 Regulação e distribuição

11 Uma cliente tem R$ 1,4 milhão em aplicações financeiras e assina o termo previsto na regulamentação. Sobre a classificação dela, é correto afirmar que:

12 Durante a revisão de um material de apresentação de fundo multimercado, o profissional CPA percebe que o aviso sobre a limitação das rentabilidades passadas não aparece com o destaque exigido. Um colega afirma que o ajuste será feito depois da rodada de reuniões já marcada, pois o conteúdo técnico está correto. A conduta esperada é:

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